Naquela agonia de ter acordado agora, procurei no youtube videos relacionados a mesma. Ouví uma de suas músicas na qual cantava com garra dizendo: "Já faz tempo eu ví você na rua, cabelo ao vento, gente jovem reunida...", e esse trecho me fez lembrar da minha infãncia e tudo de bom que ela me proporcionou. E a música continua dizendo: " ...ainda somos os mesmos..." e partindo do pressuposto que o ser humano vive em constante mudança, me deparo com uma realidade que outrora nao tinha percebído, eu sou o mesmo de antigamente, mesmo que hoje em dia nao suba mais em pés de oliveira, não roube jambo e goiaba na Universidade Federal que é na esquina de minha casa ou até mesmo suma de bicicleta o dia todo. Sou o mesmo, a vida que mudou e os cenários também. Hoje casado ainda lembro do primeiro amor e olhe que o mesmo era proibidíssimo, do primeiro show onde estava eu radiante sem parar de dançar um segundo, já hoje se eu for pra um show danço duas ou três música e fico como a Sandy com os pés cansados, querendo sentar. Lembro-me de tantas coisas agora... Meu pai... separado de minha mãe tinha a OBRIGAÇÃO de me pegar todo final de semana para sair com ele, mal sabiam todos que o meu fim de semana era em um bar bem "fulero" e acreditava eu que se puxasse a ele sería um bebum ou se puxasse a minha mãe sería um fumante, mas para provar o que a ciência ainda não explica, nem fumo, nem bebo e repugno quem o faz. Que bom que ainda existem as lembranças, que bom que somos humanos... Que bom que "...ainda somos os mesmos..." e não vivemos Como os nossos pais. quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Como os nossos pais.
Hoje acordei um tanto criativo. E o primeiro pensamento que veio em minha cabeça foi ouvir Elis Regina.
Naquela agonia de ter acordado agora, procurei no youtube videos relacionados a mesma. Ouví uma de suas músicas na qual cantava com garra dizendo: "Já faz tempo eu ví você na rua, cabelo ao vento, gente jovem reunida...", e esse trecho me fez lembrar da minha infãncia e tudo de bom que ela me proporcionou. E a música continua dizendo: " ...ainda somos os mesmos..." e partindo do pressuposto que o ser humano vive em constante mudança, me deparo com uma realidade que outrora nao tinha percebído, eu sou o mesmo de antigamente, mesmo que hoje em dia nao suba mais em pés de oliveira, não roube jambo e goiaba na Universidade Federal que é na esquina de minha casa ou até mesmo suma de bicicleta o dia todo. Sou o mesmo, a vida que mudou e os cenários também. Hoje casado ainda lembro do primeiro amor e olhe que o mesmo era proibidíssimo, do primeiro show onde estava eu radiante sem parar de dançar um segundo, já hoje se eu for pra um show danço duas ou três música e fico como a Sandy com os pés cansados, querendo sentar. Lembro-me de tantas coisas agora... Meu pai... separado de minha mãe tinha a OBRIGAÇÃO de me pegar todo final de semana para sair com ele, mal sabiam todos que o meu fim de semana era em um bar bem "fulero" e acreditava eu que se puxasse a ele sería um bebum ou se puxasse a minha mãe sería um fumante, mas para provar o que a ciência ainda não explica, nem fumo, nem bebo e repugno quem o faz. Que bom que ainda existem as lembranças, que bom que somos humanos... Que bom que "...ainda somos os mesmos..." e não vivemos Como os nossos pais.
Naquela agonia de ter acordado agora, procurei no youtube videos relacionados a mesma. Ouví uma de suas músicas na qual cantava com garra dizendo: "Já faz tempo eu ví você na rua, cabelo ao vento, gente jovem reunida...", e esse trecho me fez lembrar da minha infãncia e tudo de bom que ela me proporcionou. E a música continua dizendo: " ...ainda somos os mesmos..." e partindo do pressuposto que o ser humano vive em constante mudança, me deparo com uma realidade que outrora nao tinha percebído, eu sou o mesmo de antigamente, mesmo que hoje em dia nao suba mais em pés de oliveira, não roube jambo e goiaba na Universidade Federal que é na esquina de minha casa ou até mesmo suma de bicicleta o dia todo. Sou o mesmo, a vida que mudou e os cenários também. Hoje casado ainda lembro do primeiro amor e olhe que o mesmo era proibidíssimo, do primeiro show onde estava eu radiante sem parar de dançar um segundo, já hoje se eu for pra um show danço duas ou três música e fico como a Sandy com os pés cansados, querendo sentar. Lembro-me de tantas coisas agora... Meu pai... separado de minha mãe tinha a OBRIGAÇÃO de me pegar todo final de semana para sair com ele, mal sabiam todos que o meu fim de semana era em um bar bem "fulero" e acreditava eu que se puxasse a ele sería um bebum ou se puxasse a minha mãe sería um fumante, mas para provar o que a ciência ainda não explica, nem fumo, nem bebo e repugno quem o faz. Que bom que ainda existem as lembranças, que bom que somos humanos... Que bom que "...ainda somos os mesmos..." e não vivemos Como os nossos pais.
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